Dorcas de Castro Falsarella nasceu em Rio Claro e com apenas 32 anos ficou viúva com uma filha de 06 anos para criar. Sua profissão era do lar. Exímia costureira veio para São Paulo em fevereiro de 1950 para trabalhar no Lar da Infância, abrigo que cedeu o lugar para o prédio Lauro Monteiro da Cruz. Algum tempo depois, assumiu o cargo de diretora na educação das crianças. Por 22 anos dedicou-se de corpo e alma ao trabalho da AEB, mantendo-se ativa até os dias de hoje, fazendo sapatinhos de tricô para idosos ou restauração de bonecas para crianças excepcionais. No Dia das Mães recebeu diversos telefonemas de alunas que passaram pelo antigo abrigo. É exemplo de vida e o seu nome não poderia ser o mais acertado, pois espontaneamente ela é a Dorcas, de ontem e de sempre.